EDITAL VERTICALIZADO

INFORMÁTICA

Aqui, teremos o Edital Verticalizado e o Comportamento das bancas FGV - CEBRASPE e FCC

Teoria → Questões → Score → Resumo das Erradas → Caderno de Erros → Revisão Espaçada.

Este Edital Verticalizado é para quem ainda não escolheu o concurso a ser feito

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INFORMÁTICA E TI (NÍVEL SUPERIOR)

40 MICROTÓPICOS ESSENCIAIS PARA CONCURSOS DE NÍVEL SUPERIOR

(Ordenados em ordem decrescente pela Média Aritmética Simples: CEBRASPE, FCC e FGV)

1. 96%

↑ — Segurança da Informação: Gestão de Incidentes, Malwares Avançados e Engenharia Social

• Incidência Média: 96% | CEBRASPE: 98% (98/100) | FCC: 94% (94/100) | FGV: 96% (96/100)

• Base Teórica/Normativa: Famílias de códigos maliciosos (Ransomware, Rootkits, Botnets, Trojans, Fileless Malware) e vetores de ataque por engenharia social (Spear Phishing, Whaling, Vishing).

• Regras/Fórmulas-Chave: Rootkits atuam no nível do Kernel do SO para ocultar processos; Ransomware utiliza criptografia simétrica para dados e assimétrica para a chave; Botnets utilizam C2 (Command & Control).

• Cobrança: Análise de cenários de invasão, identificação do vetor de comprometimento e ações de contenção e erradicação no ciclo de resposta a incidentes (NIST SP 800-61 / ISO 27035).

• Ponto de atenção: Malware Fileless reside apenas na memória RAM e utiliza executáveis legítimos do sistema (Living off the Land), tornando sua detecção por antivírus tradicionais ineficaz.

2. 94%

↑ — Segurança da Informação: Criptologia, Certificação Digital (ICP-Brasil) e Envelopamento Digital

• Incidência Média: 94% | CEBRASPE: 96% (96/100) | FCC: 92% (92/100) | FGV: 94% (94/100)

• Base Teórica/Normativa: Algoritmos simétricos (AES, DES) e assimétricos (RSA, ECC), Funções de Hash (SHA-256), Infraestrutura de Chaves Públicas (AC Raiz, AC, AR) e padrões X.509.

• Regras/Fórmulas-Chave: Assinatura Digital = Hash da mensagem cifrado com a Chave Privada do remetente; Envelopamento = Cifragem do conteúdo por chave simétrica (chave de sessão) e cifragem desta chave pela Chave Pública do destinatário.

• Cobrança: Garantia dos pilares CIDAN (Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade, Autenticidade e Não-Repúdio) em fluxos de comunicação e transações jurídicas eletrônicas.

• Ponto de atenção: A assinatura digital garante Integridade, Autenticidade e Não-Repúdio, mas não garante Confidencialidade (o texto permanece legível a menos que seja também cifrado).

3. 92%

→ — Bancos de Dados: Modelo Relacional, Álgebra Relacional e Linguagem SQL (DDL, DML e DCL)

• Incidência Média: 92% | CEBRASPE: 94% (94/100) | FCC: 90% (90/100) | FGV: 92% (92/100)

• Base Teórica/Normativa: Modelagem de dados, conceitos de Chave Primária/Estrangeira, operadores algébricos ($\sigma, \pi, \bowtie$) e sintaxe SQL padrão ANSI.

• Regras/Fórmulas-Chave: DDL (CREATE, ALTER, DROP); DML (SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE); DCL (GRANT, REVOKE). Junções: INNER JOIN, LEFT/RIGHT OUTER JOIN.

• Cobrança: Montagem e interpretação de consultas complexas envolvendo junções, agrupamentos (GROUP BY), filtros em agregados (HAVING) e subconsultas.

• Ponto de atenção: A cláusula WHERE filtra linhas antes do agrupamento; a cláusula HAVING filtra funções de agregação (SUM, COUNT, AVG) após a realização do GROUP BY.

4. 90%

→ — Redes de Computadores: Arquitetura TCP/IP, Camada de Transporte (TCP vs UDP) e Endereçamento CIDR

• Incidência Média: 90% | CEBRASPE: 92% (92/100) | FCC: 88% (88/100) | FGV: 90% (90/100)

• Base Teórica/Normativa: Modelos de referência OSI e TCP/IP, mecanismos de controle de fluxo e erro, Three-Way Handshake (SYN, SYN-ACK, ACK) e cálculo de sub-redes IPv4/IPv6.

• Regras/Fórmulas-Chave: TCP = Orientado à conexão, confiável, com controle de congestionamento; UDP = Não orientado à conexão, sem garantia de entrega (menor overhead). CIDR /24 = 256 IPs (254 úteis).

• Cobrança: Análise de cabeçalhos de pacotes, cálculo de máscaras de sub-rede, quantidade de hosts válidos e distinção do comportamento de protocolos de transporte.

• Ponto de atenção: O primeiro endereço da sub-rede é a Identificação da Rede e o último é o Broadcast; ambos não podem ser atribuídos a interfaces de hosts.

5. 88%

→ — Aspectos Legais e Governança: LGPD (Lei nº 13.709/2018) e Princípios Técnicos de Proteção de Dados

• Incidência Média: 88% | CEBRASPE: 90% (90/100) | FCC: 86% (86/100) | FGV: 88% (88/100)

• Base Teórica/Normativa: Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, bases legais de tratamento, papéis (Controlador, Operador, Encarregado/DPO), Privacy by Design e Privacy by Default.

• Regras/Fórmulas-Chave: Dado Pessoal vs. Dado Sensível; Anonimização (irreversível, fora da LGPD) vs. Pseudonimização (reversível, dentro da LGPD).

• Cobrança: Aplicação das bases legais (consentimento, legítimo interesse, cumprimento de obrigação legal) e requisitos de segurança técnica/relatório de impacto à proteção de dados (RIPD).

• Ponto de atenção: A pseudonimização mantém o dado sob a tutela da LGPD, pois permite reidentificação do titular mediante informação adicional mantida separadamente.

6. 86%

→ — Microsoft Excel Avançado: Funções Lógicas, Busca e Matriciais (XLOOKUP/PROCX, INDEX/CORRESP, LET, LAMBDA)

• Incidência Média: 86% | CEBRASPE: 84% (84/100) | FCC: 88% (88/100) | FGV: 86% (86/100)

• Base Teórica/Normativa: Análise de dados tabular, matrizes dinâmicas, sintaxe avançada e funções modernas de pesquisa.

• Regras/Fórmulas-Chave: =PROCX(pesquisa_valor; pesquisa_matriz; matriz_retorno; [se_não_encontrado]; [modo_de_correspondência]); =ÍNDICE(matriz; CORRESP(valor; vetor; 0)).

• Cobrança: Avaliação do resultado de fórmulas complexas e compostas para tratamento de inconsistências (SEERRO), buscas bidirecionais e agregação condicional multinível.

• Ponto de atenção: O PROCX não exige que a coluna de busca seja a primeira do intervalo e pode realizar pesquisas da direita para a esquerda, superando a limitação do PROCV.

7. 84%

→ — Computação em Nuvem (Cloud Computing): Modelos de Serviço (IaaS, PaaS, SaaS), Implantação e Nuvem Nativa

• Incidência Média: 84% | CEBRASPE: 86% (86/100) | FCC: 82% (82/100) | FGV: 84% (84/100)

• Base Teórica/Normativa: Definições da NIST (SP 800-145), Responsabilidade Compartilhada, conceitos de Serverless, Containers (Docker/Kubernetes) e Arquiteturas Microserviços.

• Regras/Fórmulas-Chave: IaaS = Responsabilidade do cliente até o SO; PaaS = Responsabilidade do cliente na aplicação/dados; SaaS = Responsabilidade do cliente na configuração/acesso.

• Cobrança: Enquadramento de serviços em nuvem (AWS, Azure, GCP), matriz de responsabilidade de segurança e escalabilidade horizontal/vertical.

• Ponto de atenção: No modelo PaaS, o provedor gerencia o Sistema Operacional, o runtime e o banco de dados; a equipe do órgão/empresa é responsável apenas pelo código do software e dados.

8. 82%

→ — Segurança de Rede: Firewalls (Stateful vs Stateless, NGFW), WAF, IDS e IPS

• Incidência Média: 82% | CEBRASPE: 84% (84/100) | FCC: 80% (80/100) | FGV: 82% (82/100)

• Base Teórica/Normativa: Arquitetura de defesa em profundidade (Defense in Depth), inspeção de pacotes, análise de assinaturas e comportamentos anômalos.

• Regras/Fórmulas-Chave: Firewall Stateful = Monitora o estado da conexão na tabela de estados; WAF = Protege a Camada 7 (HTTP/HTTPS); IDS = Detecta e alerta; IPS = Detecta e bloqueia ativamente em linha (inline).

• Cobrança: Posicionamento estratégico de ferramentas na rede (DMZ, borda, host) e mitigação de ataques como SQL Injection, XSS e DoS/DDoS.

• Ponto de atenção: Um Firewall tradicional de camada de rede/transporte não inspeciona o conteúdo da carga útil (payload) HTTP/HTTPS, função destinada ao WAF (Web Application Firewall).

9. 80%

→ — Bancos de Dados: Normalização (1FN, 2FN, 3FN, BCNF) e Propriedades ACID de Transações

• Incidência Média: 80% | CEBRASPE: 82% (82/100) | FCC: 78% (78/100) | FGV: 80% (80/100)

• Base Teórica/Normativa: Teoria de projetos de banco de dados relacional, redução de redundâncias, anomalias de inserção/alteração/exclusão e controle de concorrência.

• Regras/Fórmulas-Chave: 1FN = Valores atômicos; 2FN = 1FN + Sem dependência parcial da chave composta; 3FN = 2FN + Sem dependência transitiva. ACID = Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade.

• Cobrança: Decomposição de tabelas para atingir formas normais específicas e identificação do nível de isolamento de transações em SGBDs relacionais.

• Ponto de atenção: A violação da 2FN só pode ocorrer em tabelas cuja Chave Primária seja composta por dois ou mais atributos.

10. 78%

→ — Redes de Computadores: Protocolos da Camada de Aplicação e Segurança (HTTP/HTTPS, TLS/SSL, DNSSEC, SSH)

• Incidência Média: 78% | CEBRASPE: 80% (80/100) | FCC: 76% (76/100) | FGV: 78% (78/100)

• Base Teórica/Normativa: Comunicação cliente-servidor, métodos HTTP (GET, POST, PUT, DELETE), estabelecimento de conexões seguras por TLS e resolução de nomes autenticada.

• Regras/Fórmulas-Chave: TLS utiliza Handshake para negociar algoritmos de cifragem simétrica e autenticação assimétrica. DNSSEC adiciona assinaturas digitais aos registros DNS para evitar DNS Spoofing.

• Cobrança: Idempotência e segurança dos métodos HTTP, fluxo do TLS Handshake e vetor de ataques contra serviços de resolução de nomes e acesso remoto (SSH).

• Ponto de atenção: O método POST não é idempotente (múltiplas requisições idênticas causam efeitos colaterais repetidos), enquanto o GET, PUT e DELETE são idempotentes.

11. 76%

→ — Sistemas Operacionais: Gerenciamento de Memória, Processos, Threads e Deadlocks

• Incidência Média: 76% | CEBRASPE: 78% (78/100) | FCC: 74% (74/100) | FGV: 76% (76/100)

• Base Teórica/Normativa: Conceitos de arquitetura de SO, escalonamento de CPU (Round Robin, SJF, Prioridades), memória virtual (paginação/segmentação) e condições de Coffman para Deadlocks.

• Regras/Fórmulas-Chave: Condições para Deadlock: Exclusão Mútua, Posse e Espera, Não Preempção e Espera Circular.

• Cobrança: Resolução de algoritmos de substituição de páginas (FIFO, LRU), análise de estados de processos (Pronto, Executando, Bloqueado) e prevenção de impasse.

• Ponto de atenção: Threads pertencentes ao mesmo processo compartilham o mesmo espaço de endereçamento de memória, enquanto Processos possuem espaços de memória isolados.

12. 74%

→ — Redes Sem Fio e Mobilidade: Padrões Wi-Fi (IEEE 802.11a/b/g/n/ac/ax), Criptografia (WPA2, WPA3) e VPNs (IPsec, OpenVPN)

• Incidência Média: 74% | CEBRASPE: 76% (76/100) | FCC: 72% (72/100) | FGV: 74% (74/100)

• Base Teórica/Normativa: Segurança em redes sem fio, protocolos de autenticação 802.1X/EAP, tunelamento e criptografia de tráfego remoto.

• Regras/Fórmulas-Chave: WPA3 utiliza o protocolo SAE (Simultaneous Authentication of Equals) para evitar ataques de dicionário offline. IPsec opera no modo Transporte (payload) ou Túnel (cabeçalho + payload).

• Cobrança: Diferenciação dos protocolos IPsec (AH - Autenticidade/Integridade vs ESP - Confidencialidade) e segurança em redes móveis corporativas.

• Ponto de atenção: O protocolo AH (Authentication Header) do IPsec não provê confidencialidade (não criptografa o conteúdo dos dados).

13. 72%

→ — Governança e Gestão de TI: COBIT 2019 e ITIL v4 (Conceitos Fundamentais e Princípios Guia)

• Incidência Média: 72% | CEBRASPE: 74% (74/100) | FCC: 70% (70/100) | FGV: 72% (72/100)

• Base Teórica/Normativa: Frameworks de governança e gerenciamento de serviços de Tecnologia da Informação.

• Regras/Fórmulas-Chave: COBIT 2019 = Foco na Governança Corporativa de Informação e Tecnologia (distingue Governança de Gestão); ITIL v4 = Sistema de Valor de Serviço (SVS) e Cadeia de Valor de Serviço.

• Cobrança: Associação entre componentes, objetivos de governança/gestão no COBIT e os 7 Princípios Guia do ITIL v4 (ex.: Começar de onde você está, Progredir iterativamente com feedback).

• Ponto de atenção: No COBIT, a Governança avalia, direciona e monitora (EDM), enquanto a Gestão planeja, constrói, executa e monitora (APO, BAI, DSS, MEA).

14. 70%

→ — Engenharia de Software: Processos de Desenvolvimento, Metodologias Ágeis (Scrum, Kanban) e DevSecOps

• Incidência Média: 70% | CEBRASPE: 72% (72/100) | FCC: 68% (68/100) | FGV: 70% (70/100)

• Base Teórica/Normativa: Ciclos de vida de software (Cascata, Iterativo, Espiral), manifesto ágil e integração contínua / entrega contínua (CI/CD) com segurança integrada.

• Regras/Fórmulas-Chave: Scrum: Papéis (Product Owner, Scrum Master, Developers), Eventos (Sprint, Planning, Daily, Review, Retrospective), Artefatos (Product Backlog, Sprint Backlog, Increment).

• Cobrança: Papéis de liderança no Scrum, dinâmicas de Sprints e aplicação de testes automatizados de segurança (SAST/DAST) no pipeline CI/CD.

• Ponto de atenção: O Scrum Master não é um gerente de projeto tradicional; ele atua como um líder servidor que remove impedimentos do time.

15. 68%

→ — Segurança da Informação: Gestão de Continuidade de Negócios e Políticas de Backup (Full, Incremental, Diferencial)

• Incidência Média: 68% | CEBRASPE: 66% (66/100) | FCC: 70% (70/100) | FGV: 68% (68/100)

• Base Teórica/Normativa: Norma ISO/IEC 27031, Planejamento de Recuperação de Desastres (DRP), métricas de tolerância a falhas (RTO e RPO).

• Regras/Fórmulas-Chave: RTO (Recovery Time Objective) = Tempo máximo para restaurar o serviço; RPO (Recovery Point Objective) = Perda máxima aceitável de dados (medido em tempo).

• Cobrança: Estratégias de backup/restauração e cálculo da janela de recuperação com base nas metas RTO/RPO do órgão público.

• Ponto de atenção: Se o RPO exigido pela organização for próximo de zero, a solução exige replicação síncrona em tempo real, inviabilizando apenas rotinas de backups diários.

16. 66%

→ — Linux Avançado: Estrutura do Shell, Permissões Especiais (SUID, SGID, Sticky Bit) e Comandos de Diagnóstico de Rede

• Incidência Média: 66% | CEBRASPE: 68% (68/100) | FCC: 64% (64/100) | FGV: 66% (66/100)

• Base Teórica/Normativa: Administração de sistemas POSIX, controle de acessos em nível de arquivo/diretório e ferramentas CLI para análise de tráfego.

• Regras/Fórmulas-Chave: SUID (chmod 4xxx) = Executa com permissões do dono; Sticky Bit (chmod 1xxx) = Apenas o dono pode deletar o arquivo no diretório (ex.: /tmp). Comandos: netstat, ss, tcpdump, traceroute, ip.

• Cobrança: Interpretação de saídas do terminal, análise de pacotes com tcpdump e alteração de privilégios de arquivos críticos do sistema.

• Ponto de atenção: O bit SUID aplicado a executáveis com vulnerabilidades representa um alto risco de elevação de privilégios para usuários não autorizados.

17. 64%

→ — Conceitos de Big Data e Business Intelligence: ETL/ELT, Data Warehouse, Data Lake e Modelagem Dimensional

• Incidência Média: 64% | CEBRASPE: 66% (66/100) | FCC: 62% (62/100) | FGV: 64% (64/100)

• Base Teórica/Normativa: Arquitetura de dados para suporte à decisão, ecossistema Hadoop/Spark e características dos 5 V's do Big Data (Volume, Velocidade, Variedade, Veracidade, Valor).

• Regras/Fórmulas-Chave: Data Warehouse = Dados estruturados, esquema na leitura (schema-on-write); Data Lake = Dados em estado bruto (estruturados/não estruturados), esquema na carga/leitura (schema-on-read).

• Cobrança: Diferenciação entre esquemas dimensionais (Estrela vs. Floco de Neve) e aplicação do pipeline de ingestão e transformação de dados.

• Ponto de atenção: No Esquema Floco de Neve (Snowflake), as tabelas de dimensão são normalizadas, reduzindo redundância mas aumentando a complexidade de junções (JOINs).

18. 62%

→ — Desenvolvimento Web e APIs: Padrão REST/RESTful, JSON, XML e Microserviços

• Incidência Média: 62% | CEBRASPE: 60% (60/100) | FCC: 64% (64/100) | FGV: 62% (62/100)

• Base Teórica/Normativa: Arquitetura de software distribuído, transferência de estado representacional (REST) e formatos de intercâmbio de dados de mercado.

• Regras/Fórmulas-Chave: Constraints REST: Cliente-Servidor, Stateless, Cacheable, Interface Uniforme, Sistema em Camadas. Códigos HTTP: 200 (OK), 201 (Created), 400 (Bad Request), 401 (Unauthorized), 403 (Forbidden), 404 (Not Found), 500 (Internal Error).

• Cobrança: Mapeamento de endpoints URIs, escolha de códigos de status de retorno adequados e estruturação válida de payloads em JSON.

• Ponto de atenção: Uma API RESTful verdadeira deve ser Stateless (sem estado); cada requisição do cliente para o servidor deve conter todas as informações necessárias para sua compreensão.

19. 60%

→ — Análise de Dados e Ciência de Dados: Linguagem Python para TI (Pandas, NumPy) e Conceitos de Machine Learning

• Incidência Média: 60% | CEBRASPE: 62% (62/100) | FCC: 58% (58/100) | FGV: 60% (60/100)

• Base Teórica/Normativa: Manipulação vetorial, estruturas de dados para análise de negócios (DataFrames, Series) e paradigmas de Aprendizado de Máquina.

• Regras/Fórmulas-Chave: Aprendizado Supervisionado (Classificação, Regressão); Não Supervisionado (Agrupamento/Clustering - K-Means); Métricas: Acurácia, Precisão, Recall e F1-Score.

• Cobrança: Leitura de trechos de código em Python utilizando Pandas/NumPy e avaliação do resultado das operações de filtro, agrupamento e mescla de matrizes.

• Ponto de atenção: A métrica Acurácia pode ser enganosa em conjuntos de dados desbalanceados; nesses cenários, utiliza-se Precisão, Recall ou a área sob a curva ROC (AUC).

20. 58%

→ — Segurança em Aplicações Web: OWASP Top 10 (SQLi, XSS, CSRF, Broken Access Control)

• Incidência Média: 58% | CEBRASPE: 60% (60/100) | FCC: 56% (56/100) | FGV: 58% (58/100)

• Base Teórica/Normativa: Mapeamento do projeto OWASP (Open Web Application Security Project) relativo às vulnerabilidades mais críticas em sistemas web.

• Regras/Fórmulas-Chave: SQL Injection = Injeção de comandos SQL via entradas não tratadas (mitigação: Parameterized Queries/Prepared Statements); XSS = Injeção de scripts maliciosos no navegador de outros usuários; CSRF = Indução do navegador autenticado a executar ações não intencionais.

• Cobrança: Identificação da vulnerabilidade a partir de um snippet de código ou requisição HTTP e indicação do mecanismo de sanitização/mitigação correto.

• Ponto de atenção: O uso de Prepared Statements (consultas parametrizadas) elimina a vulnerabilidade de SQL Injection porque separa o código SQL dos dados fornecidos pelo usuário.

21. 56%

→ — Bancos de Dados NoSQL: Tipos de Bancos (Chave-Valor, Documento, Colunar, Grafos) e Teorema CAP

• Incidência Média: 56% | CEBRASPE: 58% (58/100) | FCC: 54% (54/100) | FGV: 56% (56/100)

• Base Teórica/Normativa: Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados não relacionais, alta disponibilidade e distribuição de dados.

• Regras/Fórmulas-Chave: Teorema CAP: Em um sistema distribuído, só é possível garantir simultaneamente no máximo duas das três propriedades: Consistência (Consistency), Avontade/Disponibilidade (Availability), Particionamento (Partition Tolerance).

• Cobrança: Classificação de bancos populares (MongoDB = Documento, Redis = Chave-Valor, Cassandra = Colunar, Neo4j = Grafos) e adequação de cada arquitetura.

• Ponto de atenção: Em redes reais, o Particionamento (P) é inevitável devido a falhas físicas de rede; logo, a escolha de um sistema NoSQL reduz-se a priorizar Consistência (CP) ou Disponibilidade (AP).

22. 54%

→ — Windows Server e Active Directory (AD DS): Objetos, Florestas, GPO e Serviços de Domínio

• Incidência Média: 54% | CEBRASPE: 52% (52/100) | FCC: 56% (56/100) | FGV: 54% (54/100)

• Base Teórica/Normativa: Administração de identidades e acessos em ambientes corporativos baseados em ecossistema Microsoft.

• Regras/Fórmulas-Chave: Unidades Organizacionais (OUs) = Unidades lógicas para aplicação de diretivas; GPO (Group Policy Object) = Aplicação de configurações centralizadas de segurança e SO. Ordem de aplicação das GPOs: Local $\rightarrow$ Site $\rightarrow$ Domínio $\rightarrow$ OU (LSDOU).

• Cobrança: Estruturação da hierarquia do Active Directory e resolução de conflitos de aplicação de diretivas de grupo (GPO) em objetos de usuário e computador.

• Ponto de atenção: Na hierarquia LSDOU, a diretiva aplicada por último (na OU mais específica) sobrescreve as diretivas anteriores, a menos que a opção Enforce (Impor) esteja ativada.

23. 52%

→ — Virtualização e Conteinerização: Hypervisors (Tipo 1 vs Tipo 2), Docker, Imagens e Orquestração com Kubernetes

• Incidência Média: 52% | CEBRASPE: 54% (54/100) | FCC: 50% (50/100) | FGV: 52% (52/100)

• Base Teórica/Normativa: Abstração de recursos computacionais, isolamento de ambientes e entrega de aplicações declarativas.

• Regras/Fórmulas-Chave: Hypervisor Tipo 1 (Bare-metal) = Executa diretamente no hardware (ESXi, Xen, Hyper-V); Tipo 2 (Hosted) = Executa sobre o SO hospedeiro (VirtualBox). Containers compartilham o Kernel do SO hospedeiro.

• Cobrança: Comparação de overhead e isolamento entre VMs e Containers, e conceitos de pods, serviços e deployments no Kubernetes.

• Ponto de atenção: Containers não possuem um sistema operacional e Kernel próprios completos como as Máquinas Virtuais, resultando em inicialização muito mais rápida e menor consumo de recursos.

24. 50%

→ — Gestão de Projetos de TI: PMBOK 7ª Edição (Domínios de Desempenho e Princípios) e Comparação com PMBOK 6ª Edição

• Incidência Média: 50% | CEBRASPE: 48% (48/100) | FCC: 50% (50/100) | FGV: 52% (52/100)

• Base Teórica/Normativa: Padrões do PMI (Project Management Institute) para gerenciamento de projetos.

• Regras/Fórmulas-Chave: PMBOK 6 = Focado em 10 Áreas de Conhecimento e 49 Processos (Entradas, Ferramentas, Saídas); PMBOK 7 = Focado em 12 Princípios e 8 Domínios de Desempenho baseados em entrega de Valor.

• Cobrança: Mapeamento de termos, gerenciamento de partes interessadas (Stakeholders), gestão de riscos e escolha da abordagem de desenvolvimento (Preditiva, Adaptativa, Híbrida).

• Ponto de atenção: O PMBOK 7ª edição não substituiu a lógica dos processos da 6ª edição, mas expandiu a visão estratégica para foco em resultados e geração de valor ao negócio.

25. 48%

→ — Arquitetura e Organização de Computadores: Barramentos, Pipeline, Hierarquia de Memória e Processamento Paralelo

• Incidência Média: 48% | CEBRASPE: 50% (50/100) | FCC: 46% (46/100) | FGV: 48% (48/100)

• Base Teórica/Normativa: Organização Von Neumann, instruções RISC vs CISC, técnica de pipelining e mitigação de gargalos de barramento.

• Regras/Fórmulas-Chave: Hierarquia de Velocidade/Custo: Registradores $>$ Cache (L1, L2, L3) $>$ Memória Principal (RAM) $>$ Armazenamento Secundário (SSD/NVMe/HD).

• Cobrança: Cálculo do tempo de execução de instruções em pipelines com e sem bolhas (stalls), e tratamento de hazards de dados e controle.

• Ponto de atenção: O uso do Pipelining melhora a vazão (throughput) total de execução de instruções do processador, mas não reduz o tempo individual de execução de uma única instrução.

26. 46%

→ — Redes de Computadores: Roteamento Estático e Dinâmico (RIP, OSPF, BGP)

• Incidência Média: 46% | CEBRASPE: 48% (48/100) | FCC: 44% (44/100) | FGV: 46% (46/100)

• Base Teórica/Normativa: Protocolos de roteamento interior (IGP) e exterior (EGP), cálculo de métricas e convergência de tabelas de roteamento.

• Regras/Fórmulas-Chave: RIP = Vetor de Distância (métrica: número de saltos, máx. 15); OSPF = Estado do Enlace (algoritmo Dijkstra, métrica: custo/largura de banda); BGP = Vetor de Caminho (roteamento entre Sistemas Autônomos - AS).

• Cobrança: Seleção do caminho de menor custo, tempos de convergência da rede e aplicação do algoritmo de prevenção de loops.

• Ponto de atenção: O protocolo BGP é o protocolo padrão da Internet corporativa para a troca de informações de roteamento entre diferentes Autonomous Systems (AS).

27. 44%

→ — Engenharia de Software: Testes de Software (Caixa-Preta, Caixa-Branca, Unidade, Integração, Sistema)

• Incidência Média: 44% | CEBRASPE: 42% (42/100) | FCC: 46% (46/100) | FGV: 44% (44/100)

• Base Teórica/Normativa: Validação e verificação de software, garantia de qualidade e métricas de cobertura de código (Code Coverage).

• Regras/Fórmulas-Chave: Caixa-Preta = Focado nos requisitos funcionais (entradas e saídas, sem olhar o código); Caixa-Branca = Focado na estrutura interna do código (fluxo de controle, caminhos lógicos).

• Cobrança: Aplicação de técnicas de particionamento de equivalência, análise de valor limite e cálculo de complexidade ciclomática de McCabe.

• Ponto de atenção: Testes de integração avaliam as interfaces e a comunicação entre módulos individualmente testados, e não o funcionamento do sistema isolado.

28. 42%

→ — Estruturas de Dados e Algoritmos: Listas, Pilhas, Filas, Árvores (BST, AVL) e Algoritmos de Ordenação

• Incidência Média: 42% | CEBRASPE: 44% (44/100) | FCC: 40% (40/100) | FGV: 42% (42/100)

• Base Teórica/Normativa: Tipos abstratos de dados, manipulação de ponteiros/referências e análise de complexidade temporal e espacial (Notação Big-O).

• Regras/Fórmulas-Chave: Pilha = LIFO (Last In, First Out); Fila = FIFO (First In, First Out); QuickSort/MergeSort = $O(n \log n)$; BubbleSort/InsertionSort = $O(n^2)$.

• Cobrança: Percurso em árvores binárias (In-Order, Pre-Order, Post-Order) e identificação do impacto de desempenho de cada estrutura em operações de busca e inserção.

• Ponto de atenção: Em uma Árvore Binária de Busca (BST), a travessia In-Order (Em-Ordem) visita os nós em ordem estritamente crescente de valores.

29. 40%

→ — Desenvolvimento de Software: Orientação a Objetos (UML, Encapsulamento, Herança, Polimorfismo e Padrões de Projeto GoF)

• Incidência Média: 40% | CEBRASPE: 38% (38/100) | FCC: 40% (40/100) | FGV: 42% (42/100)

• Base Teórica/Normativa: Paradigma de Programação Orientada a Objetos (POO), diagramas da UML (Classe, Sequência, Casos de Uso) e Design Patterns (GoF).

• Regras/Fórmulas-Chave: Design Patterns: Criacionais (Singleton, Factory Method), Estruturais (Adapter, Decorator), Comportamentais (Observer, Strategy).

• Cobrança: Leitura e interpretação de diagramas UML de Classe/Sequência e identificação do padrão de projeto GoF aplicável para resolver um problema de acoplamento de código.

• Ponto de atenção: O padrão Singleton garante a existência de uma única instância de uma classe em todo o ciclo de vida da aplicação, fornecendo um ponto de acesso global a ela.

30. 38%

→ — Interconexão de Redes: Padrões Ethernet (IEEE 802.3), Switching Avançado (VLANs - 802.1Q, Spanning Tree - 802.1D)

• Incidência Média: 38% | CEBRASPE: 36% (36/100) | FCC: 38% (38/100) | FGV: 40% (40/100)

• Base Teórica/Normativa: Camada de Enlace de dados, comutação de pacotes em redes locais, isolamento de domínios de broadcast e prevenção de loops de Camada 2.

• Regras/Fórmulas-Chave: VLANs (802.1Q) = Segmentação lógica de redes físicas; STP (802.1D) = Bloqueia portas redundantes para evitar tempestades de broadcast (Broadcast Storms).

• Cobrança: Configuração de portas Trunk vs. Access, eletividade de Root Bridge no Spanning Tree e marcação de tags 802.1Q nos quadros Ethernet.

• Ponto de atenção: Quadros de Camada 2 não possuem um campo TTL (Time to Live); por isso, loops físicos em switches sem STP travam a rede por difusão infinita.

31. 36%

→ — Segurança da Informação: Gestão de Acessos e Identidade (IAM, RBAC, ABAC, SSO, SAML, OAuth 2.0, OpenID Connect)

• Incidência Média: 36% | CEBRASPE: 38% (38/100) | FCC: 34% (34/100) | FGV: 36% (36/100)

• Base Teórica/Normativa: Arquiteturas modernas de controle de acesso, delegação de autorização e federação de identidades.

• Regras/Fórmulas-Chave: RBAC = Acesso baseado em papéis/funções do usuário; ABAC = Acesso baseado em atributos (usuário, recurso, ambiente). OAuth 2.0 = Protocolo de Autorização; OpenID Connect = Camada de Autenticação sobre OAuth 2.0.

• Cobrança: Análise de fluxos de autenticação SSO (Single Sign-On) federada entre órgãos e distinção entre concessão de acesso (autorização) e checagem de identidade (autenticação).

• Ponto de atenção: O protocolo OAuth 2.0 é desenhado para autorização (conceder tokens de acesso a recursos); ele não realiza a autenticação do usuário por si só.

32. 34%

→ — Armazenamento de Dados Avançado: Tecnologias RAID (0, 1, 5, 6, 10) e Arquiteturas SAN, NAS e DAS

• Incidência Média: 34% | CEBRASPE: 36% (36/100) | FCC: 32% (32/100) | FGV: 34% (34/100)

• Base Teórica/Normativa: Redundância física de discos, arquiteturas de redes de armazenamento corporativo e eficiência de tolerância a falhas de hardware.

• Regras/Fórmulas-Chave: RAID 0 = Desempenho sem redundância; RAID 1 = Espelhamento (50% de capacidade); RAID 5 = Paridade distribuída (tolera perda de 1 disco, mín. 3 discos); RAID 6 = Dupla paridade (tolera perda de 2 discos, mín. 4 discos).

• Cobrança: Cálculo de capacidade útil de armazenamento em arranjos RAID e escolha entre soluções NAS (acesso por arquivo - NFS/SMB) e SAN (acesso por bloco - iSCSI/Fibre Channel).

• Ponto de atenção: A rede SAN (Storage Area Network) opera transferências de dados em nível de bloco, parecendo um disco local para o servidor, enquanto o NAS opera em nível de arquivo.

33. 32%

→ — Segurança da Informação: Auditoria de Sistemas e Normas da Família ISO/IEC 27000 (27001 e 27002)

• Incidência Média: 32% | CEBRASPE: 34% (34/100) | FCC: 30% (30/100) | FGV: 32% (32/100)

• Base Teórica/Normativa: Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI), declaração de aplicabilidade (SoA) e controles práticos de segurança.

• Regras/Fórmulas-Chave: ISO 27001 = Especifica os requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar um SGSI (norma auditável/certificável); ISO 27002 = Código de prática/guia de orientação com controles de segurança.

• Cobrança: Distinção entre o papel certificável da 27001 e as recomendações práticas da 27002, além do ciclo PDCA aplicado ao SGSI.

• Ponto de atenção: A norma ISO/IEC 27002 traz as boas práticas para implementação dos controles, mas as organizações são certificadas na ISO/IEC 27001.

34. 30%

→ — Qualidade de Software: CMMI v2.0 e MPS.BR (Níveis de Maturidade e Capacidade)

• Incidência Média: 30% | CEBRASPE: 28% (28/100) | FCC: 30% (30/100) | FGV: 32% (32/100)

• Base Teórica/Normativa: Modelos de referência para melhoria e avaliação de processos de desenvolvimento e manutenção de software.

• Regras/Fórmulas-Chave: CMMI (Representação por Estágios): Nível 1 (Incompleto/Inicial), Nível 2 (Gerenciado), Nível 3 (Definido), Nível 4 (Gerenciado Quantitativamente), Nível 5 (Em Otimização). MPS.BR: Níveis de A a G.

• Cobrança: Associação entre práticas organizacionais e a transição do nível de maturidade e equivalência de níveis entre CMMI e MPS.BR.

• Ponto de atenção: A medição quantitativa estatística dos processos só passa a ser exigida no CMMI a partir do Nível 4 de Maturidade.

35. 28%

→ — Criptografia Aplicada e Protocolos Seguros: Criptoanálise, Hash Collision, TLS 1.3 e Criptografia Quântica/Pós-Quântica

• Incidência Média: 28% | CEBRASPE: 30% (30/100) | FCC: 26% (26/100) | FGV: 28% (28/100)

• Base Teórica/Normativa: Evolução de normas criptográficas, vulnerabilidades históricas em funções de hash (MD5, SHA-1) e otimização do handshake na web.

• Regras/Fórmulas-Chave: TLS 1.3: Removeu suporte a algoritmos fracos (RC4, 3DES, RSA para troca de chaves) e reduziu o Handshake para 1-RTT (ou 0-RTT em reconexões).

• Cobrança: Entendimento das razões técnicas para a depreciação de versões antigas de TLS e de algoritmos de digest sem resistência a colisões.

• Ponto de atenção: No TLS 1.3, o algoritmo RSA pode ser utilizado apenas para autenticação (assinatura), e não mais para a troca direta de chaves de sessão.

36. 26%

→ — Engenharia de Requisitos: Levantamento, Validação, Gerenciamento e Histórias de Usuário (INVEST)

• Incidência Média: 26% | CEBRASPE: 24% (24/100) | FCC: 26% (26/100) | FGV: 28% (28/100)

• Base Teórica/Normativa: Requisitos Funcionais, Não-Funcionais (desempenho, segurança, usabilidade) e Regras de Negócio.

• Regras/Fórmulas-Chave: Critérios INVEST para Histórias de Usuário: Independent, Negotiable, Valuable, Estimable, Small, Testable.

• Cobrança: Classificação de requisitos em cenários reais de contratação pública e elaboração de critérios de aceitação para testes de validação.

• Ponto de atenção: Requisitos Não-Funcionais definem as qualidades ou restrições do sistema (ex.: "o sistema deve responder em até 2 segundos"), enquanto os Funcionais definem as ações/comportamentos.

37. 24%

→ — Arquitetura de Software: Estilos Arquiteturais (Monolítico, Event-Driven, SOA, Serverless, CQRS)

• Incidência Média: 24% | CEBRASPE: 22% (22/100) | FCC: 24% (24/100) | FGV: 26% (26/100)

• Base Teórica/Normativa: Estruturação de alto nível de sistemas de software, acoplamento, coesão e padrões de integração de sistemas corporativos.

• Regras/Fórmulas-Chave: CQRS (Command Query Responsibility Segregation) = Separa a execução de operações de leitura (Query) das operações de escrita/alteração (Command).

• Cobrança: Avaliação de prós e contras na migração de sistemas Monolíticos para Microserviços e escolha de comunicação síncrona (REST/gRPC) vs assíncrona (Message Brokers - RabbitMQ/Kafka).

• Ponto de atenção: O estilo SOA (Service-Oriented Architecture) apoia-se tipicamente num barramento de serviço corporativo (ESB), enquanto Microserviços favorecem a comunicação direta e descentralizada ("endpoints inteligentes e tubos burros").

38. 22%

→ — Linguagens de Programação: Java para TI (Streams, Concorrência, Tratamento de Exceções e Coleções)

• Incidência Média: 22% | CEBRASPE: 24% (24/100) | FCC: 20% (20/100) | FGV: 22% (22/100)

• Base Teórica/Normativa: Recursos avançados da linguagem Java, gerenciamento de memória pela JVM (Garbage Collection), exceções checadas (Checked) vs não checadas (Unchecked).

• Regras/Fórmulas-Chave: Exceções herdadas de RuntimeException são Unchecked (não exigem bloco try-catch ou cláusula throws obrigatória). API Stream: operações intermediárias (map, filter) vs terminais (collect, forEach).

• Cobrança: Análise de fluxo de execução de programas com múltiplos blocos try-catch-finally e comportamento da memória Heap/Stack durante o processamento.

• Ponto de atenção: O bloco finally dentro de um try-catch será executado quase sempre, independentemente de uma exceção ter sido capturada ou não.

39. 20%

→ — Segurança e Redes: Testes de Invasão (Pentest - Black, White, Grey Box) e Ferramentas (Nmap, Metasploit, Wireshark)

• Incidência Média: 20% | CEBRASPE: 18% (18/100) | FCC: 20% (20/100) | FGV: 22% (22/100)

• Base Teórica/Normativa: Metodologias de avaliação de segurança ofensiva (OSSTMM, PTES), fases de reconhecimento, varredura, exploração e pós-exploração.

• Regras/Fórmulas-Chave: Black Box = Sem conhecimento prévio do alvo; White Box = Com conhecimento total (código/infraestrutura); Grey Box = Conhecimento parcial.

• Cobrança: Escolha dos parâmetros do Nmap para identificação de portas abertas/versões de serviços e interpretação de filtros no Wireshark.

• Ponto de atenção: A fase de reconhecimento/footprinting visa coletar informações do alvo sem necessariamente disparar alarmes em sistemas IDS/IPS.

40. 18%

→ — Computação Gráfica e Processamento de Imagens: Conceitos de Imagem Vetorial vs Raster, Compressão e Formatos de Arquivo

• Incidência Média: 18% | CEBRASPE: 16% (16/100) | FCC: 18% (18/100) | FGV: 20% (20/100)

• Base Teórica/Normativa: Representação digital de dados multimídia, modelos de cores (RGB, CMYK) e algoritmos de compressão com e sem perda de dados (Lossless vs Lossy).

• Regras/Fórmulas-Chave: Imagens Raster (Bitmap) = Matriz de pixels (dependem de resolução); Vetoriais = Fórmulas matemáticas/primitivas geométricas (escaláveis sem perda de qualidade). PNG/GIF = Lossless; JPEG = Lossy.

• Cobrança: Cálculo de tamanho não comprimido de arquivos de imagem/vídeo e escolha de formatos para publicação web e impressão gráfica.

• Ponto de atenção: O modelo RGB é aditivo e voltado para telas/monitores, enquanto o modelo CMYK é subtrativo e voltado para impressão em meio físico.

🧩 COMPORTAMENTO

COMPARATIVO DAS 3 BANCAS (CEBRASPE, FCC E FGV) NOS MICROTÓPICOS DE NÍVEL SUPERIOR

EDITAL VERTICALIZADO

🧭 Aqui está a análise detalhada do estilo e comportamento das bancas CEBRASPE, FCC e FGV em relação a cada um dos 40 tópicos essenciais de TI e Informática para concursos de nível superior, evidenciando como cada instituição costuma cobrar a teoria, os "pega-ratões" frequentes e o nível de profundidade exigido.

1. Segurança da Informação: Gestão de Incidentes, Malwares Avançados e Engenharia Social

  • CEBRASPE: Prefere questões do tipo Certo/Errado baseadas em estudos de caso hipotéticos. Exige o fluxo exato de resposta a incidentes (NIST SP 800-61 / ISO 27035) e foca nas nuances entre Malware Fileless (processamento exclusivo em RAM e exploração de utilitários nativos como PowerShell) e Living off the Land.

  • FCC: Cobra definições diretas e conceituais do tipo múltipla escolha. Costuma criar enunciados longos descrevendo uma situação ("Um usuário recebeu um e-mail parecendo ser da diretoria...") para que o candidato identifique o ataque exato (Spear Phishing vs. Whaling vs. Vishing).

  • FGV: Altamente contextual e com enunciados interdisciplinares. Foca na análise do mecanismo de persistência e evasão dos malwares (ex.: como Rootkits ocultam conexões no Kernel e como Ransomwares utilizam esquemas de chaves híbridas para inviabilizar a recuperação).

2. Criptologia, Certificação Digital (ICP-Brasil) e Envelopamento Digital

  • CEBRASPE: Cobra rigorosamente as propriedades criptográficas. Testa o entendimento de que a Assinatura Digital provê Integridade, Autenticidade e Não-Repúdio, mas não garante Confidencialidade. Mistura frequentemente as funções das chaves pública e privada nas pegadinhas.

  • FCC: Costuma focar na estrutura normativa e hierárquica da ICP-Brasil (diferença prática entre Autoridade Certificadora Raiz, AC e Autoridade de Registro - AR) e na sintaxe de algoritmos (distinguir simétricos como AES/DES de assimétricos como RSA/ECC).

  • FGV: Exige domínio sobre o mecanismo do Envelopamento Digital (uso da chave simétrica de sessão cifrada pela chave pública do destinatário). Elabora cenários práticos envolvendo a cadeia de confiança de certificados digitais X.509 e revogação (LCR vs. OCSP).

3. Bancos de Dados: Modelo Relacional, Álgebra Relacional e Linguagem SQL (DDL, DML e DCL)

  • CEBRASPE: Explora as pegadinhas conceituais sobre a diferença do filtro na cláusula WHERE versus HAVING e cobra a sintaxe matemática da Álgebra Relacional ($\sigma$ para Seleção, $\pi$ para Projeção, $\bowtie$ para Junção).

  • FCC: Focada em consultas SQL complexas com múltiplos JOINs (LEFT, RIGHT, INNER, FULL), subconsultas aninhadas e comandos de manipulação (DML vs DDL vs DCL). Exige a execução mental do script SQL para indicar o resultado retornado.

  • FGV: Cria cenários práticos de modelagem de dados com esquemas E-R ou relacionais não triviais e pede a escrita ou análise do comando SQL correto. Cobra o comportamento de valores nulos (NULL) em operações agregadas e comparações de forma traiçoeira.

4. Redes de Computadores: Arquitetura TCP/IP, Camada de Transporte e Endereçamento CIDR

  • CEBRASPE: Foca em afirmações conceituais detalhadas sobre os estados das conexões TCP (Three-Way Handshake: SYN, SYN-ACK, ACK) e mecanismos de controle de congestionamento/fluxo versus a simplicidade sem estado do UDP.

  • FCC: Cobra cálculos diretos de sub-redes IPv4 com notação CIDR. Exige encontrar rapidamente o endereço de rede, endereço de broadcast, máscara e a quantidade de hosts válidos para um determinado bloco IP.

  • FGV: Costuma integrar a análise de cabeçalhos de pacotes em exercícios de múltipla escolha complexos, exigindo a identificação do comportamento das portas, sinalizadores (flags TCP) e fragmentação de pacotes na camada de rede.

5. Aspectos Legais e Governança: LGPD (Lei nº 13.709/2018)

  • CEBRASPE: Foca na interpretação literal do texto da lei e nas distinções conceituais fundamentais (Dado Pessoal vs. Dado Sensível; Anonimização vs. Pseudonimização). Gosta de simular casos de vazamento de dados para avaliar a aplicação das sanções administrativas.

  • FCC: Exige o mapeamento exato dos papéis da LGPD (Controlador, Operador, Encarregado/DPO) e a identificação correta das 10 bases legais de tratamento de dados pessoais em situações operacionais do setor público.

  • FGV: Cobra os princípios técnicos (Privacy by Design e Privacy by Default) e a obrigatoriedade/estrutura do Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais (RIPD), exigindo visão crítica do impacto do tratamento nos direitos fundamentais dos titulares.

6. Microsoft Excel Avançado: Funções Lógicas, Busca e Matriciais

  • CEBRASPE: Explora questões conceituais da sintaxe e da execução de fórmulas compostas (SE, E, OU, PROCV, SEERRO). Frequentemente traz enunciados curtos afirmando que determinada fórmula produzirá um resultado X ou erro.

  • FCC: Extremamente prática. Traz tabelas desenhadas na questão e pede o resultado exato da execução de fórmulas com matrizes dinâmicas ou funções modernas (PROCX/XLOOKUP, ÍNDICE/CORRESP, LET, LAMBDA).

  • FGV: Costuma criar fórmulas extremamente extensas e encadeadas, com referências relativas e absolutas ($), exigindo atenção minuciosa do candidato ao simulador manual da planilha para avaliar o tratamento de erros ou buscas bidirecionais.

7. Computação em Nuvem (Cloud Computing): Modelos de Serviço e Implantação

  • CEBRASPE: Exige o conhecimento preciso das definições do NIST SP 800-145. Explora a divisão exata da Matriz de Responsabilidade Compartilhada e os conceitos de escalabilidade vertical versus horizontal.

  • FCC: Traz abordagens diretas de classificação dos modelos (IaaS, PaaS, SaaS). Costuma dar exemplos reais de produtos ou serviços (AWS, Azure, Docker, Kubernetes) para o candidato associar ao modelo correspondente.

  • FGV: Foca em arquiteturas Nuvem Nativas (Serverless, Microserviços, Containers). Questões abordam a migração de ambientes legados para a nuvem e os desafios práticos de governança de dados e isolamento em PaaS e SaaS.

8. Segurança de Rede: Firewalls, WAF, IDS e IPS

  • CEBRASPE: Explora as diferenças conceituais e a localização de atuadores na rede. Foca em pegadinhas entre IDS (apenas detecta e alerta) e IPS (bloqueia ativamente em linha/inline), além das limitações de Firewalls de rede em relação à camada de aplicação.

  • FCC: Classifica as tecnologias por camada e funcionalidade: Firewall Stateful (tabela de estados), Stateful Packet Inspection, e a atuação do Web Application Firewall (WAF) especificamente na Proteção da Camada 7 (HTTP/HTTPS).

  • FGV: Apresenta cenários de arquitetura de defesa em profundidade (Defense in Depth) e posicionamento estratégico de elementos de segurança (DMZ, borda, redes internas) contra ataques específicos (SQLi, XSS, DoS/DDoS).

9. Bancos de Dados: Normalização e Propriedades ACID de Transações

  • CEBRASPE: Afirmações pontuais e conceituais sobre as dependências funcionais exigidas por cada Forma Normal (1FN, 2FN, 3FN, BCNF) e as garantias das propriedades ACID (Atomicidade, Consistência, Isolamento, Durabilidade).

  • FCC: Apresenta uma tabela/esquema e pede para o candidato identificar até qual Forma Normal a tabela está normalizada ou realizar o processo de decomposição para eliminar anomalias de atualização/inserção.

  • FGV: Explora cenários avançados de Controle de Concorrência e Níveis de Isolamento de Transações (Read Uncommitted, Read Committed, Repeatable Read, Serializable), detalhando os fenômenos de Leitura Fantasma e Leitura Suja.

10. Redes de Computadores: Protocolos da Camada de Aplicação e Segurança

  • CEBRASPE: Explora as características e a segurança dos protocolos de aplicação: idempotência dos métodos HTTP (GET/PUT/DELETE são idempotentes; POST não é) e a infraestrutura de segurança do DNSSEC.

  • FCC: Cobra as portas padrão dos protocolos (HTTP - 80, HTTPS - 443, SSH - 22, DNS - 53) e a correspondência entre verbos HTTP e ações em arquiteturas de consumo de serviços.

  • FGV: Detalha a mecânica do TLS Handshake (negociação de chaves simétricas por meio de criptografia de chave pública) e analisa vulnerabilidades em procedimentos de navegação ou acesso remoto seguro via SSH.

11. Sistemas Operacionais: Memória, Processos, Threads e Deadlocks

  • CEBRASPE: Foca nos conceitos fundamentais: diferença entre Processos (espaços de memória isolados) e Threads (compartilham o mesmo espaço de memória do processo), além das 4 condições necessárias para a ocorrência de Deadlocks (Condições de Coffman).

  • FCC: Questões procedimentais que exigem a resolução de algoritmos de escalonamento de CPU (Round Robin, SJF, Prioridades) e algoritmos de substituição de páginas de memória (FIFO, LRU).

  • FGV: Analisa a mecânica da memória virtual (paginação vs. segmentação), o fenômeno de Thrashing e o impacto das chamadas de sistema (System Calls) na transição entre o Modo Usuário e o Modo Kernel.

12. Redes Sem Fio e Mobilidade: Wi-Fi, Criptografia WPA e VPNs

  • CEBRASPE: Cobra pegadinhas detalhadas em VPNs, especificamente sobre a diferença entre os modos do IPsec (Modo Transporte protege o payload; Modo Túnel protege todo o pacote) e entre os protocolos AH (autenticação/integridade) e ESP (confidencialidade).

  • FCC: Foca nas especificações dos padrões IEEE 802.11 (a/b/g/n/ac/ax), frequências de operação (2.4 GHz vs 5 GHz vs 6 GHz) e taxas teóricas de transmissão, além da evolução do WEP/WPA2 para o WPA3.

  • FGV: Explora os protocolos de segurança corporativos (802.1X, EAP, RADIUS) e o funcionamento do mecanismo SAE (Simultaneous Authentication of Equals) no WPA3 para conter ataques de dicionário offline.

13. Governança e Gestão de TI: COBIT 2019 e ITIL v4

  • CEBRASPE: Exige a distinção clara entre Governança e Gestão no COBIT 2019 (Governança: Avalia, Direciona e Monitora - EDM; Gestão: Planeja, Constrói, Executa e Monitora - APO, BAI, DSS, MEA).

  • FCC: Cobra a memorização e correlação direta dos elementos formais do ITIL v4 (Sistema de Valor de Serviço, Cadeia de Valor de Serviço e os 7 Princípios Guia, como "Começar de onde você está").

  • FGV: Questões de caso prático que exigem a escolha do domínio do COBIT ou da Prática do ITIL mais adequada para resolver um problema de desalinhamento estratégico ou falha de entrega de serviço na organização.

14. Engenharia de Software: Metodologias Ágeis, Scrum, Kanban e DevSecOps

  • CEBRASPE: Explora afirmações conceituais sobre o Manifesto Ágil e o papéis do Scrum (lembrando que o Scrum Master é um líder servidor, não um gerente de projetos autocrático). Traz também a inclusão de segurança automatizada (SAST/DAST) no pipeline DevSecOps.

  • FCC: Exige o conhecimento preciso dos eventos (Sprint, Planning, Daily, Review, Retrospective), artefatos e papéis do Scrum, além dos princípios e regras de limitação de trabalho em progresso (WIP) do Kanban.

  • FGV: Traz cenários organizacionais complexos vivenciando a transição de um modelo Cascata para o Ágil e questiona a melhor conduta técnica ou ciclo de feedback em ambientes de integração/entrega contínua (CI/CD).

15. Segurança da Informação: Continuidade de Negócios e Políticas de Backup

  • CEBRASPE: Foca nos conceitos formais de RTO (Recovery Time Objective - tempo de recuperação) e RPO (Recovery Point Objective - perda aceitável de dados em tempo), além da ISO/IEC 27031.

  • FCC: Exige a realização do passo a passo da restauração de rotinas de backup: identificar quais mídias são necessárias para restaurar um sistema considerando combinações de Full + Incremental ou Full + Diferencial.

  • FGV: Apresenta a tolerância a falhas exigida pelo negócio (ex.: RPO próximo de zero) para obrigar o candidato a indicar a solução técnica viável (replicação síncrona em tempo real vs. janelas tradicionais de backup).

16. Linux Avançado: Shell, Permissões Especiais e Comandos de Rede

  • CEBRASPE: Explora os riscos de segurança das permissões especiais (SUID, SGID, Sticky Bit) e analisa o funcionamento de comandos de terminal para administração de rede (ss, netstat, tcpdump, ip).

  • FCC: Exige a interpretação de comandos e de suas opções/parâmetros em linha de comando, calculando o resultado numérico da alteração de permissões via octal no chmod (ex.: chmod 4755).

  • FGV: Apresenta cenários práticos de diagnóstico de problemas de conectividade ou scripts em Bash Shell, exigindo a análise das saídas do utilitário tcpdump e manipulação avançada de arquivos e rotas.

17. Conceitos de Big Data e Business Intelligence: Data Warehouse, Data Lake e Modelagem Dimensional

  • CEBRASPE: Compara conceitualmente as características do Data Warehouse (dados estruturados, schema-on-write) e do Data Lake (dados em estado bruto, schema-on-read), além dos V's do Big Data.

  • FCC: Explora as diferenças de desempenho e estrutura da Modelagem Dimensional: Esquema Estrela (Star Schema) versus Esquema Floco de Neve (Snowflake Schema), pontuando a normalização das tabelas de dimensão neste último.

  • FGV: Cobra o entendimento prático do pipeline de dados (ETL vs ELT) e arquiteturas de processamento distribuído (ecossistema Hadoop, MapReduce e Apache Spark) em cenários de tomada de decisão.

18. Desenvolvimento Web e APIs: REST/RESTful, JSON, XML e Microserviços

  • CEBRASPE: Foca nas restrições/constraints do estilo REST (Arquitetura Cliente-Servidor, Stateless, Uso de Cache, Interface Uniforme, Sistema em Camadas) e no desacoplamento da arquitetura de microserviços.

  • FCC: Cobra a validação de sintaxe de estruturas de payload JSON e XML, além do correto mapeamento dos códigos de status HTTP (200, 201, 400, 401, 403, 404, 500) aos verbos da API.

  • FGV: Avalia a modelagem de recursos através de endpoints URIs coerentes e exige o entendimento de interoperabilidade e persistência em arquiteturas distribuídas sem estado (stateless).

19. Análise e Ciência de Dados: Python para TI (Pandas, NumPy) e Machine Learning

  • CEBRASPE: Explora os conceitos formais de Aprendizado de Máquina (Supervisionado vs. Não Supervisionado) e o papel das métricas de avaliação (Precisão, Recall, F1-Score, Acurácia) em bases de dados desbalanceadas.

  • FCC: Traz snippets/trechos de código Python utilizando as bibliotecas Pandas e NumPy, pedindo o resultado exato de operações de seleção, fatiamento (slicing), agrupamento (groupby) ou mescla de DataFrames.

  • FGV: Apresenta um problema prático de ciência de dados e pede a indicação do algoritmo mais adequado (Regressão, Árvores de Decisão, K-Means) ou a identificação de cenários de Overfitting e Underfitting.

20. Segurança em Aplicações Web: OWASP Top 10

  • CEBRASPE: Foca no funcionamento e na mitigação das falhas mais famosas do projeto OWASP: SQL Injection (mitigado por Prepared Statements / Parameterized Queries), XSS (Cross-Site Scripting) e CSRF (Cross-Site Request Forgery).

  • FCC: Pede a associação direta entre a vulnerabilidade e a sua definição ou exemplo prático do OWASP Top 10 (ex.: falhas de controle de acesso - Broken Access Control).

  • FGV: Exibe trechos de código-fonte vulneráveis (ex.: código PHP/Java concatenando strings em SQL) ou requisições HTTP e exige do candidato a identificação precisa do vetor de ataque e a linha exata da correção técnica.

21. Bancos de Dados NoSQL: Tipos de Bancos e Teorema CAP

  • CEBRASPE: Foca nas limitações do Teorema CAP (Consistência, Disponibilidade e Tolerância ao Particionamento) e no entendimento de que, em redes distribuídas, a tolerância a partições é mandatória, restando escolher entre C ou A.

  • FCC: Classifica as soluções de mercado NoSQL segundo seus modelos de dados: MongoDB (Documento), Redis (Chave-Valor), Cassandra/HBase (Colunar), Neo4j (Grafos).

  • FGV: Examina os cenários de consistência eventual (Eventual Consistency) versus consistência forte em arquiteturas de Big Data e a escolha da base NoSQL ideal com base nos requisitos da aplicação.

22. Windows Server e Active Directory (AD DS): GPO e Serviços de Domínio

  • CEBRASPE: Explora a ordem de aplicação das Diretivas de Grupo (GPO) através do acrônimo LSDOU (Local, Site, Domínio, Unidade Organizacional) e as exceções da regra de sobrescrita.

  • FCC: Cobra a relação de hierarquia entre Objetos, Unidades Organizacionais (OUs), Árvores e Florestas dentro da estrutura lógica do Active Directory DS, além da função do Servidor de Catálogo Global.

  • FGV: Apresenta conflitos práticos de aplicação de diretivas corporativas em objetos de usuários ou computadores e questiona qual diretiva prevalecerá considerando heranças, bloqueios e a opção Enforce (Impor).

23. Virtualização e Conteinerização: Hypervisors, Docker e Kubernetes

  • CEBRASPE: Cobra as diferenças essenciais entre Hypervisors Tipo 1 (Bare-metal) e Tipo 2 (Hosted), e o fato de que Containers compartilham o Kernel do SO hospedeiro (diferenciando-se do isolamento completo por SO das VMs).

  • FCC: Cobra comandos básicos do ecossistema Docker (docker run, docker build, docker images) e os componentes fundamentais da orquestração com Kubernetes (Pods, Services, Deployments, Nodes).

  • FGV: Foca no ciclo de vida de aplicações conteinerizadas, comparando a sobrecarga (overhead) e a velocidade de inicialização entre ambientes virtualizados por hardware e conteinerização por SO.

24. Gestão de Projetos de TI: PMBOK 7ª Edição vs 6ª Edição

  • CEBRASPE: Foca na mudança conceitual do PMBOK 7ª edição (foco em 12 Princípios, 8 Domínios de Desempenho e Geração de Valor) e no fato de que ele não invalida a lógica por processos da 6ª Edição.

  • FCC: Permanece cobrando a estrutura tradicional do PMBOK 6ª edição: as 10 Áreas de Conhecimento, os 49 Processos e seus respectivos insumos (Entradas, Ferramentas/Técnicas, Saídas).

  • FGV: Exige do candidato a habilidade de selecionar a abordagem de desenvolvimento correta (Preditiva, Adaptativa/Ágil ou Híbrida) a partir das restrições e riscos apresentados em um caso concreto de projeto do setor público.

25. Arquitetura de Computadores: Barramentos, Pipeline e Hierarquia de Memória

  • CEBRASPE: Foca no funcionamento do Pipelining e na pegadinha clássica de que ele aumenta o throughput (vazão total) de instruções, mas não reduz o tempo individual de execução de uma instrução isolada.

  • FCC: Ordena os níveis da Hierarquia de Memória (Registradores > Cache L1/L2/L3 > Memória RAM > Armazenamento Secundário) comparando velocidade, custo por bit e capacidade de armazenamento.

  • FGV: Explora a ocorrência de Hazards (de Dados, de Controle e Estruturais) em pipelines de instrução, exigindo a identificação do impacto de bolhas (stalls) no tempo total de processamento do processador.

26. Redes de Computadores: Roteamento Estático e Dinâmico (RIP, OSPF, BGP)

  • CEBRASPE: Pontua a classificação dos protocolos de roteamento: RIP (Vetor de Distância / Métrica: Saltos, máx. 15), OSPF (Estado do Enlace / Algoritmo Dijkstra), e BGP (Vetor de Caminho / EGP padrão para interconectar Sistemas Autônomos - AS na Internet).

  • FCC: Apresenta topologias de rede simplificadas e pede a determinação da rota selecionada pela tabela de roteamento a partir das métricas e das distâncias administrativas dos protocolos.

  • FGV: Cobra os mecanismos de prevenção de loops (como Split Horizon e Poison Reverse) e analisa os tempos de convergência da rede em caso de falhas de links em roteamento dinâmico.

27. Engenharia de Software: Testes de Software

  • CEBRASPE: Foca nos conceitos formais: Caixa-Preta (baseado em requisitos de entrada/saída sem ver o código) vs. Caixa-Branca (analisa a estrutura interna e caminhos lógicos do código), além da definição de Testes de Integração.

  • FCC: Exige a aplicação das técnicas de criação de casos de teste: Particionamento por Classes de Equivalência e Análise de Valor Limite.

  • FGV: Cobra o cálculo da Complexidade Ciclomática de McCabe a partir do Grafo de Fluxo de Controle do código-fonte e mede a cobertura de código (Code Coverage) para testes de unidade.

28. Estruturas de Dados e Algoritmos: Listas, Árvores e Ordenação

  • CEBRASPE: Aborda a complexidade temporal (Notação Big-O) dos algoritmos e as propriedades das estruturas. Exemplo clássico: A travessia In-Order (Em-Ordem) em uma Árvore Binária de Busca (BST) visita os nós em ordem crescente.

  • FCC: Explora o comportamento de estruturas lineares Pilha (LIFO) e Fila (FIFO) por meio do passo a passo de inserções e remoções de elementos, além da comparação entre QuickSort ($O(n \log n)$) e BubbleSort ($O(n^2)$).

  • FGV: Apresenta pseudocódigos ou algoritmos de manipulação de ponteiros em listas encadeadas ou árvores balanceadas (AVL) para o candidato deduzir o estado final da estrutura após a execução.

29. Desenvolvimento de Software: Orientação a Objetos, UML e Padrões GoF

  • CEBRASPE: Cobra os pilares da POO (Encapsulamento, Herança, Polimorfismo, Abstração) e a identificação rápida da intenção dos Padrões de Projeto (Design Patterns GoF) Criacionais, Estruturais e Comportamentais.

  • FCC: Traz Diagramas de Classe e Diagramas de Sequência em UML para o candidato interpretar os relacionamentos (Associação, Agregação, Composição, Herança) e a visibilidade dos membros (+, -, #).

  • FGV: Traz um código orientado a objetos engessado ou com alto acoplamento e pede para identificar qual padrão GoF (ex.: Singleton, Strategy, Factory Method, Observer, Adapter) resolve o problema com base nos princípios SOLID.

30. Interconexão de Redes: Switching Avançado (VLANs, Spanning Tree)

  • CEBRASPE: Explora a função do Spanning Tree Protocol (STP - 802.1D) na prevenção de Broadcast Storms e a importância da segmentação de rede por VLANs (802.1Q).

  • FCC: Diferencia o comportamento de portas de Switch configuradas como Acesso (Access) versus Tronco (Trunk) na transmissão de quadros Ethernet taggear com o padrão IEEE 802.1Q.

  • FGV: Analisa o processo de eleição da Root Bridge no STP com base na menor prioridade/endereço MAC, detalhando o estado das portas (Blocking, Listening, Learning, Forwarding).

31. Gestão de Acessos e Identidade: IAM, RBAC, OAuth 2.0, OpenID Connect

  • CEBRASPE: Pontua a distinção entre RBAC (acesso baseado em papéis) e ABAC (acesso baseado em atributos), destacando que o OAuth 2.0 é um protocolo exclusivo de autorização, enquanto o OpenID Connect provê a camada de autenticação.

  • FCC: Cobra os conceitos de federação de identidades, Single Sign-On (SSO) e o intercâmbio de asserções em XML através do padrão SAML.

  • FGV: Analisa fluxos completos de autorização no OAuth 2.0 (como o Authorization Code Grant), cobrando a identificação de cada ator (Resource Owner, Client, Authorization Server, Resource Server) e seus respectivos tokens (Access Token vs Refresh Token).

32. Armazenamento de Dados Avançado: RAID, SAN, NAS e DAS

  • CEBRASPE: Foca na pegadinha entre SAN (Storage Area Network - acesso em nível de bloco) e NAS (Network Attached Storage - acesso em nível de arquivo).

  • FCC: Exige o cálculo da capacidade útil e tolerância a falhas nos arranjos RAID: RAID 0 (sem tolerância), RAID 1 (50%), RAID 5 (perda de 1 disco, mín. 3 discos) e RAID 6 (perda de 2 discos, mín. 4 discos).

  • FGV: Apresenta um cenário de infraestrutura corporativa detalhando requisitos de IOPS, taxa de transferência e tolerância a falhas para que o candidato especifique a arquitetura de armazenamento apropriada (ex.: Fibre Channel vs iSCSI em SAN).

33. Auditoria de Sistemas e Normas ISO/IEC 27000 (27001 e 27002)

  • CEBRASPE: Explora a diferença crucial entre as normas: a ISO/IEC 27001 traz os requisitos auditáveis/certificáveis para o SGSI, enquanto a ISO/IEC 27002 provê o código de prática/boas práticas de segurança.

  • FCC: Cobra a identificação direta dos controles de segurança propostos na ISO 27002 e a aplicação das fases do ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act) na melhoria do SGSI.

  • FGV: Exige a análise da Declaração de Aplicabilidade (SoA) e a estruturação de um processo de auditoria interna/externa avaliando não conformidades com base nos requisitos da ISO 27001.

34. Qualidade de Software: CMMI v2.0 e MPS.BR

  • CEBRASPE: Cobra a estrutura dos níveis de maturidade e enfatiza que a medição quantitativa estatística do processo só é exigida no CMMI a partir do Nível 4 de Maturidade.

  • FCC: Exige a memorização dos Níveis de Maturidade da Representação por Estágios do CMMI (1-Inicial, 2-Gerenciado, 3-Definido, 4-Gerenciado Quantitativamente, 5-Em Otimização) e a equivalência direta com os níveis de A a G do MPS.BR.

  • FGV: Questões de caso que descrevem a rotina de desenvolvimento de uma organização pública e pedem a identificação de qual Área de Processo ou Nível de Maturidade a instituição se encontra atualmente.

35. Criptografia Aplicada e Protocolos Seguros: TLS 1.3 e Criptoanálise

  • CEBRASPE: Enfatiza a evolução do TLS 1.3: eliminação de algoritmos legados/inseguros (RC4, 3DES, RSA para troca de chaves) e redução do Handshake para 1-RTT (ou 0-RTT em reconexões).

  • FCC: Cobra a definição de Colisão em Funções de Hash e traz o histórico de depreciação de algoritmos vulneráveis a colisões, como MD5 e SHA-1.

  • FGV: Explora o impacto dos avanços da Criptografia Quântica (algoritmos de Shor e Grover) sobre a criptografia assimétrica tradicional e as estratégias de transição para a Criptografia Pós-Quântica.

36. Engenharia de Requisitos: Histórias de Usuário (INVEST)

  • CEBRASPE: Foca na diferenciação estrita entre Requisitos Funcionais (ações/comportamentos do sistema) e Requisitos Não-Funcionais (qualidades, restrições e desempenho do sistema).

  • FCC: Cobra a memorização e aplicação do acrônimo INVEST para histórias de usuário de qualidade (Independent, Negotiable, Valuable, Estimable, Small, Testable).

  • FGV: Traz enunciados descrevendo necessidades de negócios de órgãos públicos e pede a classificação correta entre Requisito Funcional, Requisito Não-Funcional ou Regra de Negócio.

37. Inteligência Artificial: Aprendizado de Máquina, Redes Neurais e LLMs

  • CEBRASPE: Explora conceitos de Redes Neurais Artificiais (Deep Learning) e o funcionamento do mecanismo de Atenção (Self-Attention) na arquitetura de Transformers utilizada em LLMs.

  • FCC: Cobra a classificação básica de paradigma de aprendizado (Supervisionado, Não-Supervisionado, por Reforço) e aplicações clássicas como Processamento de Linguagem Natural (PLN).

  • FGV: Apresenta problemas práticos envolvendo viés algorítmico (bias), alucinações em modelos de linguagem, e técnicas de ajuste de modelos como RAG (Retrieval-Augmented Generation) e Fine-Tuning.

38. Sistemas Distribuídos: Comunicação, Tolerância a Falhas e Algoritmos de Consenso

  • CEBRASPE: Explora conceitos de Tolerância a Falhas em Sistemas Distribuídos, distinguindo falhas de omissão, falhas temporais e falhas bizantinas.

  • FCC: Cobra o funcionamento da comunicação por RPC (Remote Procedure Call) e filas de mensageria (RabbitMQ, Apache Kafka) para desacoplamento de sistemas.

  • FGV: Analisa a aplicação de algoritmos de consenso distribuído (Paxos, Raft) para manter o estado coerente em nós replicados e resolver o problema dos Gerentes Bizantinos.

39. Segurança em Nuvem: IAM na Nuvem, CASB e Criptografia em Trânsito/Repouso

  • CEBRASPE: Cobra a aplicação de políticas de acesso de privilégio mínimo em ambientes multi-tenant e a distinção entre segurança da nuvem (provedor) e segurança na nuvem (cliente).

  • FCC: Cobra as funções do CASB (Cloud Access Security Broker) na intermediação de políticas de segurança entre usuários locais e serviços em nuvem.

  • FGV: Detalha esquemas de proteção de dados em repouso (Data at Rest) usando KMS (Key Management Service) com chaves gerenciadas pelo cliente (CMAK) versus chaves do provedor.

40. Segurança Cibernética e Defesa Ativa: Threat Intelligence, Honeypots e SIEM

  • CEBRASPE: Explora o papel da Inteligência de Ameaças (Threat Intelligence) e o monitoramento em tempo real de eventos de segurança via sistemas SIEM (Security Information and Event Management).

  • FCC: Cobra as definições diretas e utilidade operacional de sistemas de atração e engodo, como Honeypots e Honeynets, na identificação de vetores de ataque internos e externos.

  • FGV: Traz cenários de auditoria e resposta a incidentes exigindo a correlação de logs de múltiplas fontes de infraestrutura (Servidores, Firewalls, WAF, proxies) dentro de um ecossistema SIEM para rastrear a origem do atacante.

COMPORTAMENTO DAS BANCAS FGV - CEBRASPE - FCC

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